quarta-feira, 24 de junho de 2009

finalmente!

Nobres leitores, boa noite.
Perdoe-me pela demora, mas, como eu havia dito que poderia ocorrer, eu me perdi no meio da minha própria confusão, precisou vir até os bombeiros para me salvar! Mas agora está tudo bem... Acho...
Mas vamos ao que interessa! Achei uma história, também, depois de quase um mês, só faltava não achar! Eu a escrevi há um tempo para uma pessoa; quem? Não contarei! Eita leitor curioso viu! A história se chama: história de um dia. Se alguém possuir um nome melhor, me fale que ainda estou à procura.
Notícias do mês: um amigo meu me convidou para escrever junto dele um livro! Sim! Pasmem nobres leitores! Quando acabar um capítulo, eu o posto aqui.
Mas vamos à história de hoje! Boa leitura! Se puder, comentem, sugiram, porque não é apenas nos acertos que se aprende, mas, também nos erros que percebemos ou falam para nós.


História de um dia

Nossa história começa em um quarto com livros espalhados no chão e em cima da cama; sobre a escrivaninha, revistas sobre redação e livros épicos; um armário aberto, com roupas amarfanhadas; um computador ligado baixando músicas. Entra um menino - 18 anos, pele clara, estatura mediana, cabelos curtos acizentado-claro-acastanhado, meio perturbado, feições de medo e insegurança – senta na frente do computador, não para de mexer a perna, mãos tremulas, abre uma janela no computador e vê o rosto de sua amiga na imagem de exibição do bate-papo, ela sorri, felicidade surge no rosto dela ao vê-lo. Aparentemente 18 anos também, cabelos longos loiro-clareado, pele clara, tranqüila e serena.

- não precisa mais se desesperar, voltei Verônica, sentiu saudades?

- que bom Fernando! Senti sim, muita.

Na mente dele, milhões de imagens surgem, está confuso, não sabe o que está sentindo, quer chamá-la para sair, mas tem receio de ser negado.

- Ve... você vai fazer alguma coisa amanhã?

- acho que não... por quê?

- é... que amanhã eu estava pensando em... ir para o cinema... quer ir comigo? – pronto, agora já era, não deveria ter perguntado isso, droga! E se ela pensar que eu estou dando em cima dela?

- cinema? Eu e você? – um pequeno sorriso, imperceptível, sai do rosto dela: ele está dando em cima de mim ou é só amizade?

- é... mas se quiser chamar outras pessoas, também pode. – é... acho que ela acha que dando em cima dela. Estou muito nervoso, droga, ela vai perceber, relaxa, agora já era.

- a... podemos sim, mas que horas? – sim, ele está... finalmente ele me chamou para sair! Pode ser que seja amizade só... devo estar imaginando coisas apenas.

- para mim qualquer hora pode ser. – ela aceitou? Não acredito! Mesmo achando que é uma cantada? Calma! É só amizade! Se controla! Não vai botar tudo na poça d’água agora! . Fernando relaxa o rosto, um ar de alegria emana dele.

- a... então vamos nos encontrar as 16 horas, pode ser?

- tudo bem então. Bem... irei sair agora, tenho aula de manhã amanhã, cursinho é fogo viu!

- está certo então... tchau beijos, te adoro viu?.

Ela acena e manda um beijo para a câmera

e, ele como retribuição faz o mesmo e desliga o computador após isso. “Meu Deus! Eu consegui! Vou sair com ela amanhã! Tantas oportunidades perdidas... por quê ela disse que me adorava? Ela nunca disse isso.” Deita-se na cama e dorme pensando nela. Ela pelo contrário, começa a conversar com uma amiga:

- tem certeza que irá ao cinema com aquilo?

- a... ele não é tãããão feio assim vai... além de que... ele me deixa tão feliz.

- felicidade não é motivo para ir ao cinema, vai para algum outro lugar, sei lá, quer que eu vá contigo?

- não não, ele já demorou tanto para me convidar, se ele ver você lá, daí que não ocorre nada; e ainda existe a probabilidade de não ocorrer nada, de ter sido apenas um convite como amigo.

- é por esse motivo mesmo! Eu não quero que você beije ele! Será que existe essa chance? Sei lá viu... homem é tudo safado...

- como você é má! Ele é tão gentil... lógico que existe essa chance... tudo bem que eu não importo nem um pouco em ficar com ele... mas vai ser divertido passar o dia com ele de qualquer jeito.

- o tristeza viu... bem faça o que quiser viu. Irei sair, depois você me conta o que ocorreu. Mas se faz um pouco de difícil, porque homem merece.

- eu sei... irei fazer um pouco. Tchau.

Por que a Juliana não gosta dele? Ele é tão simpático, divertido, sempre me dá atenção, mesmo algumas vezes que sou seca com ele... bem... vamos ver o que ocorrerá. Verônica deita-se na cama e dorme.

No dia seguinte, às 13 horas, Fernando acorda com um sorriso no rosto: “é o dia! Vou sair com ela, minha queridinha.”; sai da cama e vai ao banheiro tomar banho e, depois, almoçar num restaurante. Ele não aprecia o mesmo de anteontem: triste, abatido, preocupado, com medo de ser ignorado, de não passar no vestibular. Ela o fez esquecer todos os problemas. Como o amor é lindo, quando acha que é correspondido.

Verônica acordou mais tarde que ultimamente, às 14 horas, estava se sentindo alegre, não sabia o porquê: “é... eu vou ver o Fernando... será que dará tudo certo? Espero que sim...”. Ao se trocar, sem perceber, coloca mais perfume que o normal e uma roupa mais bonita.

Chegou o momento tão esperado; Fernando chega dez minutos mais cedo, não pode deixar esperar né?!, muito bem arrumado, penteou o cabelo, passou perfume, desodorante, usava uma calça jeans e uma camisa pólo, porque sua irmã sempre lhe dizia: “ você fica muito lindo com essa roupa.”. Será que ela também achará isso? Espero que sim... o meu hálito! Meu Deus! Eu só escovei o dente! Tenho que compra um halls!” e sai desesperado para a banca de jornal para comprar. Um minuto depois, chega a Verônica,Olha para os lados para ver se o encontrava ... nada: “Cadê o Fe?” e senta-se no banco.

Fernando chega todo feliz, agora está com um bom hálito, já estava antes, mas está muito nervoso para perceber isso. Ao chegar no local combinado, vê uma mulher sentada no banco: “ Meu Deus! Como a Verônica está linda! Olha a roupa! Uma blusa vermelha com um belo de um decote, calça jeans justa, Se controla! Olha o rosto dela! Que perfeição! Calma, calma, deve ser o jeito normal dela, vocês só conversam por MSN, agora, vai lá e conversa com ela, que ela deve estar esperando. Ta, cala a boca então! Ô vida! Estou me auto-xingando.”

Verônica o vê mexendo a boca, “será que ele me viu? Vamos se fazer de difícil”, e vai até ele :

- Fêêê! Que demora hein! Fiquei esperando você uns 5 minutos.

-ãhm?! A! Vêêêê! Ai, desculpa, eu fui comprar halls, quer um? “halls? Que desculpa esfarrapada! Eu to é com medo mesmo!”

Os dois, enquanto falam, se abraçam mas, no momento que iam se beijar, sem querer dão um selinho. “Será que ela percebeu? Ai socorro! Botei tudo por água abaixo!”. “Será que foi proposital?”. Fernando tremia de medo, de emoção.

- por que você está tremendo? Por o acaso foi por causa do selinho? – uma risadinha sai da boca dela.

- eu? tremendo? Ai! Desculpa! Foi sem querer, juro! - “ ta... agora fedeu... porque fiquei nervoso viu? Deveria ter falado normalmente” – mas e ai? Mais alguém vem?

- não ,não, vai só nós dois mesmo. vamos assistir qual filme?

- qualquer um, pra mim, tanto faz, pode escolher.

- a... tudo bem então... então que tal assistir este? – apontando para o filme.

- pode ser!. “este? Que coisa... será que isso é algum sinal?”.

Eles entram no cinema, quase vazio, decidem sentar no fundo, mais confortável, pode retirar o encosto, será que ele tentará? Eles conversam sobre vários assuntos antes do filme começar até que, no meio do filme ele pensa: “o filme horrível! Ela só pode ter escolhido isso para nós ficarmos, só pode ser! Será que eu tento? Estou com medo, e se não der certo? A amizade continuará?” e, parecendo que foi impulsionado, fala:

- é... estamos aqui... você está muito bonita hoje sabia? “ que jeito horrível de puxar assunto! Mas tudo bem vai... se funcionar...não custa nada tentar não é?!...”

- a... obrigado... - “isso foi uma cantada? realmente... a Juliana estava certa... o cara é mais lerdo que minha avó de cadeira de rodas sem rodas!”

- só estou falando a verdade... – começa a chegar perto dela para tentar abraça-la.

- hehe... vou ir ao banheiro, já volto. - “nossa! Ele começa com uma desgraça daquela e ainda tenta me abraçar? Fala sério!”

Enquanto ela vai ao banheiro, Fernando começa a suar frio,começa a pensar em um mol de meios de chegar nela, mas todos com finais ruins.

- Meu Deus! Por que? Só por causa do selinho sem querer? Me ajuda ai vai!

O filme começou e ela não chegou. “ela fugiu! Droga! Estraguei tudo!” começa a se desesperar, mas logo em seguida, vê ela voltando. “ufa!”.

- pronto, voltei, sentiu minha falta? Hehe – “vamos ajudar ele um pouquinho vai”

- senti... muita... – “será que é para eu tentar agora? Melhor não vai, não quero estragar mais do que já estraguei”

- que bonitinho... – “tá... ele realmente não percebeu...”. Verônica chega perto dele e o abraça.

“ agora é um sinal! Valeu ae ô de cima!” ele olha para ela firmemente e começa a chegar perto do rosto dela; ela o retribui e faz a mesma coisa. Quando iam se beijar, Verônica vira o rosto. “ por que? Estava dando tudo certo!” . “ agora não... vou atiçar ele um pouco, quando ele for me deixar em casa eu beijo ele”. “Droga! Maldito selinho! É tudo culpa dele! Ela não vai mais querer olhar para a minha cara, droga!”

É... ele tentou mas não conseguiu... e, assim, eles ficaram no filme inteiro, abraçados, Fernando preocupado de ter feito algo errado e a Verônica pensando no momento certo, no final do filme ela vira a cara dele e o beija. “ magnífico! Vai ser perfeito!”.

No final do filme ela decide colocar o seu plano em pratica, porém...

-Fernando!

- o quê é? – virando a cabeça para ela.

No momento que ela ia o beijar, aparece a Juliana:

- oi gente! E ai? Gostaram do filme?

- a... oi Juliana... . “o que ela está fazendo aqui?”

- você havia me dito que ia vir, daí decidi vir também.

- a... legal... “é... ela disse que não ia me deixar ficar com ele e não deixou mesmo, mas ainda tem a despedida”.

- bem... estou indo embora... tchau. – Juliana sai pela porta com amigo.

- o que você queria Vê?

- a... nada não, você vai me deixar em casa né?

- Aham, vamos lá!

Os dois se levantam e ela segura a mão dele como namorados. “ coitado, vamos mostrar que eu quero ele” . “por que ela está fazendo isso? Quer me desesperar mais é? O menina louca!”.

Caminham conversando, alegres, falando sobre o filme, porém quando vão passar a última rua para chegar na casa dela, um carro contra-mão em alta velocidade vem na direção dos dois; Fernando percebe isso e, em um ato rápido, empurra a Verônica para fora do encontro, mas é atingido pelo carro. Verônica olha tudo com um cara de espanto: “ ele me salvou...”, sai correndo, com medo de que algo ruim tenha ocorrido com ele, sentindo remorso de ter “brincado” com ele.

- Fernando! Você está bem? Fala comigo! Fernando!

- Vê? Você está bem? Desculpa por tê-la empurrado... o carro ia lhe atingir... – está todo ensangüentado, pernas e braços quebrados, na barriga havia uma mancha roxa: hemorragia interna. “ela está preocupada comigo? Sou o homem mais feliz do mundo!”

- seu bobo! Por que você não pulou junto?

- porque não ia dar tempo... preferi lhe salvar... você foi a pessoa que mais me deixou feliz em toda minha vida, trouxe a felicidade novamente em mim, o amor...

- Fernando! Não morra! Eu gosto muito de você! Muito mesmo! eu só não beijei você no cinema porque não queria deixar as coisas fáceis... mas exagerei... desculpa...

- tudo bem... Vê... quer namorar comigo?

- claro que quero! Agora , deixa eu ligar para o hospital.

- antes, me dá um abraço.

Eles se abraçaram, como nunca abraçaram ninguém em suas vidas, carinho, afeto, atenção, amor, tudo em um único abraço.

- Vê... eu sou a pessoa mais feliz do mundo... e Vê... eu... – sangue escorre pela boca, misturando com a blusa vermelha dela – te... amo! – e um sorriso aparece na boca vermelha dele.

- eu também lhe amo muito! Não morra!

-relaxa, vai dar tudo certo. – e com a mão, faz um carinho no rosto dela e fecha os olhos após.

Verônica, percebe que ele não está mais a abraçando, tenta chamá-lo, aos berros, chorando, gritando, pedindo ajuda de santos para fazê-lo voltar a viver, mas já era tarde... o amor da vida dela foi-se feliz por tê-la protegido, tê-la tranqüilizado, tê-la escutado, tê-la amado.

sábado, 13 de junho de 2009

o começo

Boa tarde nobre leitores... eu sempre falava: "quando eu morrer, vão achar os meus textos e eu virarei famoso!", mas eu me pergunto, qual é a graça de ser famoso depois da morte? nenhuma! já morri mesmo!
daí vocês pensam, o que um futuro engenheiro escreveria? deve só ter porcaria. não fala assim gente! minha mãe fala que eu sou lindo! o que isso tem a ver? sei lá! mas falando a realidade; escrevo sim, tenho alguns textos, alguns já leram e gostaram, entretanto, queria a opinião de mais pessoas para poder retirar o "aprendiz" do nome desse blog, por isso estou fazendo esse site: para que eu possa captar as críticas e sugestões de todos, claro, se alguém quiser ajduar... com esse mundo do jeito que está, só me falta pedirem para eu pagar! bando de capitalistas meldetos comedores de farofa!
bem... deixa eu parar de viajar aqui. vou procurar o que eu escrevi pelo meu HD ( não é apenas meu quarto e meus pensamentos que são confusos não) e postar nesse recinto, espero que me ajudem.
obrigado e até daqui a pouco, se eu não me perder dentro da minha zona.